Artistas & Obras

M.O.N.E.R.A. – Filipe Calegario (PE)

Sobre o trabalho

M.O.N.E.R.A. é uma nova forma de visualizar as informações do Twitter usando uma metáfora orgânica: cada tweet é representado por uma bactéria dentro de um ecossistema virtual e cada espécie de bactéria representa um tópico específico no Twitter. Novas informações são adquiridas dinamicamente da internet, fazendo com que o ambiente se torne vivo e imprevisível.

Maiores Informações – http://www.openprocessing.org/visuals/?visualID=6261

Sobre o artista

Filipe Calegario é pesquisador, músico e artista multimídia, graduando em Ciência da Computação pela UFPE. Em 2009 realizou seu intercâmbio universitário na Technische Universität München, na Alemanha, onde trabalhou com Visualização de Informação, Realidade Aumentada, Técnicas de Interação e Interface Gráfica para Ambientes 3D, expondo projetos como o M.O.N.E.R.A.. Membro de um dos 5 grupos selecionados pelo Nokia Push N900, apresentou o trabalho Sketch Your World em eventos como o Nokia Push Showcase e o Digital Sensations do Museu Victoria & Albert, ambos em Londres, em 2010. Com o projeto Marvim Gainsbug, em parceria com Jeraman, participou do MOSCA, FILE 2010, Continuum 2010, FAD 2010 e FILE RIO 2010.

Maiores informações – http://filipecalegario.wordpress.com

Parla – Guto Nóbrega (RJ)

Sobre o trabalho

Trata-se uma instalação interativa onde a imagem de um corpo estável, sem movimento, subdividida em 12 partes no sentido vertical, permanece assim, inalterada, até que o ambiente em que ela se encontra receba algum input sonoro. Ao se produzir um ruído ou som o sistema modifica o corpo virtual apresentado combinando suas partes seccionadas com parte de outros corpos que se encontram armazenados em sua memória. A interface criada para esse trabalho gera uma espécie de level humano ao fazer imagens digitalizadas de pessoas responderem qualitativamente às alterações dos níveis de energia sonora. Seu funcionamento se baseia num código que analisa os níveis de audio captados por um microfone (transdutor), transforma estes dados em variáveis dinâmicas e os aplica no corpo digital fazendo com que suas várias subdivisões (camadas) se alterem na medida da sonoridade presente. Quando uma pessoa emite um som em nível baixo (uma palavra, frase ou sussurro), o corpo apresentado na tela troca ao nível dos pés, porém se um grito é dado nesse ambiente, as trocas ocorrem em níveis distintos, começando pelos pés e subindo até a cabeça, ou seja, acompanhando exatamente a emissão e evolução de um estado de energia produzido pelo fruidor desta obra interativa.

Maiores informações – http://b200.nce.ufrj.br/~narrativasdigitais/hyperorganism/ParlaBR2.html

Sobre o artista

Guto (Carlos) Nóbrega é Doutor (2009) pelo Planetary Collegium (CAiiA-STAR), sediado na School of Art and Media, University of Plymouth UK, onde desenvolveu pesquisa sob orientação do Prof. Roy Ascott durante 4 anos de bolsa de doutorado pleno pela CAPES. Sua pesquisa de caráter transdisciplinar nos domínios da arte, ciência, tecnologia e natureza investiga como a confluência desses campos (em especial nas últimas décadas) tem informado a criação de novas experiências estéticas. Este estudo traz como resultado um intervenção prático-teórica no campo da arte com foco nas idéias de interatividade, telemática, teorias de campo e nas recentes pesquisas em biofotônica.

Os trabalhos de Guto Nóbrega tem sido apresentados internacionalmente em conferências e exposições tais como: Arizona College of Fine Arts -Arizona US, ISEA Singapore, University of Quebec in Montreal s Coeur des Sciences, University of Applied Arts Vienna, Sala Parpalló – Valência Spain, LABoral – Centro de Arte y Creación Industrial, Gijon Spain, Facultad de Ciencias Sociais y Comunicación Universidad del País Vasco – Bilbao Spain, International Institute Of Biophysics Neuss Germany, Roland Levinsky Building, University of Plymouth UK, Art Centre Plymouth UK, Barbican Theatre Plymouth UK, Cornerhouse – Manchester UK. Seus textos tem sido publicados largamente em journals e livros. Guto Nóbrega é artista, pesquisador, Mestre em Comunicação, Tecnologia e Estética pela ECO-UFRJ (2003) e Bacharel em gravura pela EBA-UFRJ (1998) onde é professor e leciona desde 1995.

Maiores informações – http://www.gutonobrega.co.uk

MNerim – Henrique Foresti (MG)

Sobre o trabalho

Trata-se de um robô bípede do tipo MNerim 2.0, que é capaz de receber comandos a partir de uma interface provida por um programa de software livre que pode rodar em um computador genérico. Os espectadores podem enviar comandos e conferir seus movimentos ou até mesmo criar novos comandos.

Maiores informações – http://www.robolivre.org

Sobre o artista

HF Mineiro (Henrique Braga Foresti) – é entusiasta em robótica desde a década de 90, estudou tecnologias como eletrônica, informática e computação e está desenvolvendo trabalhos de inclusão tecnológica em escolas. Foi premiado em diversas feiras de ciências e trabalhou com inovação tecnológica em várias empresas. Tem facilitado oficinas de robótica em eventos como o Festival de Arte Digital(BH) e Continuum Festival (Recife). É idealizador da Plataforma Robótica Livre.

Hybrid Moment – Rafael Rozendaal (Hol)

Sobre o trabalho

Obra de 2009, o Hybrid Moment é uma experiência visual única que lembra a técnica Tie-Dye para tecidos, cujo dinamismo pode ser controlado pelo movimento do mouse do visitante.

Maiores informações – http://www.hybridmoment.com/

Sobre o artista

Rafaël Rozendaal (Amsterdã, 1980) é um artista que usa a internet como sua tela. Ele faz animações (interativas), cada qual colocada sob um nome de domínio. Em seus trabalhos ele explora a relação entre o espectador e a tela, os oceanos de tempo que passamos clicando e o efeito que isso tem sobre nós. Ele é influenciado pela vasta história da pintura e dos desenhos animados e trabalha no espaço entre eles. Rafaël Rozendaal é membro do primeiro movimento de arte do século 21, o NEEN, fundado por Miltos Manetas em 2000.

Maiores informações – http://www.newrafael.com

Experimentos em Luz & Som – Ricardo Brazileiro e Oficineiros desenrolados (PE)

Sobre o trabalho

O trabalho consiste em alguns circuitos eletrônicos artesanais espalhados pelo local, circuitos esses que possuem sensores que reagem a iluminação do ambiente, gerando sons únicos a partir da vibração de piezos em pequenos copos de café.

Sobre o artista

O trabalho foi desenvolvido no decorrer de uma semana durante a oficina “Organismos Híbridos e Linguagens Experimentais” ministrada por Ricardo Brazileiro no Memorial Chico Science, como parte do SPA das Artes 2010.

Ricardo Brazileiro, 1984, pernambucano, é pesquisador ativista de arte eletrônica com tecnologias sustentáveis. Possui experiência em apropriações críticas de linguagens eletrônicas para uso criativo, arte-computabilidade, computação musical e interfaces multimídia em tempo-real. Graduado em Computação pela UFRPE com ênfase em ensino e pesquisa, dedicou seus estudos em experimentações poéticas na construção de instrumentos interativos, instalações com organismos, hardwares, chips industriais obsoletos, peças audiovisuais, trilhas sonoras e ambientes imersivos.

Maiores informações – http://memorialcs.wordpress.com/2010/09/16/organismos-hibridos-no-mcs/

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Uma resposta para Artistas & Obras

  1. eu acheii muito legall a iniciativa do EITA, PORRA! é um futuro proximo ja concebido. das lan houses pro subúrbio, do homem amarelo para o mundo!

    PARA-BENS!

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